Os 3 Melhores Países para Trabalhar

Se você pensa em trabalhar fora, aqui está uma lista com os 3 melhores países para se trabalhar, de acordo com o InterNations. 

Escolher o país no qual você vai trabalhar envolve muitos fatores: moradia, qualidade de vida, jornada de trabalho, etc. Sendo assim, esses e outros aspectos foram considerados pelo InterNations na hora de fazer uma pesquisa com expatriados – trabalhadores estrangeiros. Eles identificaram os melhores países para se trabalhar e viver, que você pode conferir abaixo:

Dinamarca

Com uma carga horária mundial em torno das 44,3 horas semanais, a Dinamarca se diferencia, sendo o país com menos tempo de trabalho entre os 10 dessa lista: apenas 39,7 horas. Dessa forma, a população tem capacidade de melhorar seus estudos: 47% dos entrevistados tem um mestrado. Além disso, 12% do mesmo grupo tem um doutorado, enquanto em outros países, esse número cai para 6%.

Dois entrevistados, um português e um indonésio, deram depoimentos parecidos sobre o que acham de morar no país: afirmam que há um equilíbrio entre a qualidade de vida e de trabalho, fator não comumente encontrado em outros países.

Na pesquisa, 76% deles classificaram como positivo o balanço trabalho-moradia no país, enquanto o valor geral global fica em torno dos 60%. Porém, em termos gerais, 64% das pessoas são satisfeitas com seus trabalhos, enquanto na Dinamarca, só 62% das pessoas se sentem de forma similar.

Bahrein

Com quase metade dos expatriados (46%) afirmando que se mudaram para Bahrein por conta de emprego, o país asiático é o segundo melhor país para se trabalhar de acordo com a InterNations. Os casos variam: um quarto dos entrevistados se mudaram porque encontraram por conta própria os seus empregos. Embora em menor quantidade, as pessoas também decidiram ir ao país após serem contratados por empresas locais, serem mandados por suas empresas em seus países de origem, ou por quererem abrir suas próprias organizações / empresas. 

A jornada de trabalho não se diferencia muito da quantidade comum pelo globo: 42,9 horas, ao invés de 44,3 horas. Enquanto 69% dos trabalhadores entrevistados se sentem satisfeitos com o contraposto vida-trabalho, 72% se sentem satisfeitos com a quantidade de horas trabalhadas. Um filipino entrevistado ainda destacou que “você consegue encontrar um tempo para relaxar após o trabalho.”

Noruega

Os expatriados que trabalham na Noruega também se mostraram bem satisfeitos com sua qualidade de vida e trabalho no país (72%) e sua carga horária de 42,9 horas (77%). Uma das grandes vantagens de se trabalhar e morar no país é a importância dada à qualidade de vida e trabalho também para a família dos expatriados, pontuou um britânico.

72% dos entrevistados acreditam que recebem mais na Noruega do que receberiam em um emprego similar, nos seus países natais. Isso pode se dar pelo fato de que o 12% dos expatriados do país europeu recebem 150 mil dólares em renda familiar bruta anual. Por outro lado, 71% dos expatriados classificam negativamente o custo de vida na Noruega, enquanto a média global fica em torno dos 35%.

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