As melhores cidades para morar em 2018

Conheça as melhores cidades para se viver do mundo e porque elas chegaram onde estão.

Onde estão as melhores cidades?

As melhores cidades do mundo para se viver em 2018 estão principalmente na Austrália, no Canadá e no Japão.

O continente europeu só tem duas cidades entre as mais habitáveis da lista: Viena, na Áustria, em primeiro lugar do ranking e, Copenhague, na Dinamarca, em nono lugar.

Lista com as melhores cidades para se viver

1. Viena (Áustria)
2. Melbourne (Austrália)
3. Osaka (Japão)
4. Calgary (Canadá)
5. Sydney (Austrália)
6. Vancouver (Canadá)
7. Toronto (Canadá)
7. Tóquio (Japão) empate
8. Copenhague (Dinamarca)
9. Adelaide (Austrália)

Porque são as melhores?

Melbourne esteve no topo no ranking por sete anos consecutivos. Mas em 2018, a cidade australiana ficou em segundo lugar perdendo apenas 0,7%.

Viena, na Áustria ficou em primeiro lugar da lista das melhores cidades para se viver, por conta com aumento dos índices de segurança da cidade.

A pesquisa avalia o medo a ataques terroristas, o número de crimes, o acesso a saúde pública e privada, a qualidade dos serviços públicos de saúde.

Além de listar o nível de corrupção nas cidades, o clima, o acesso à cultura, a qualidade e o acesso à educação. A pesquisa também avalia os transportes públicos das cidades, a qualidade da água, a infraestrutura das estradas, os acessos, entre outros fatores.

Grandes cidades

As grandes cidades como Nova York, Londres e Paris são centros de prestígio do mundo. Entretanto, sofrem com altos índices de crimes, congestionamentos frequentes e problemas no transporte público. Por isso não estão entre as melhores cidades do mundo para se viver.

Piores cidades do ranking

Já entre as piores cidades para se viver no mundo estão: Damasco, na Síria, na última posição do ranking por conta da guerra. Seguida de Daca, capital de Bangladesh (Ásia) e Lagos na Nigéria (África).

Entre os maiores declínios da lista dos últimos cinco anos estão a capital da Venezuela, Caracas. A instabilidade do país, a violência, os altos índices de homicídios, mortalidade infantil e morte da mãe no parto, têm colocado a cidade para trás.

A Venezuela registrou nos últimos anos 30% de aumento de mortalidade infantil e 65% de aumento de morte materna.

Além de 76% de aumento nos casos de malária, tornando uma epidemia no país. Os hospitais da Venezuela estão funcionando com apenas 3% dos medicamentos necessários. E há escassez de alimentos e produtos básicos no país.

 

*Fonte original da matéria: vagaspelomundo

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